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O Figueirense Futebol Clube acertou nesta semana, em audiência de conciliação realizada na Vara de Executivos Fiscais do Município da Comarca da Capital, débitos fiscais relativos ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) – em montante superior a R$ 2 milhões – que mantinha com a prefeitura de Florianópolis. Com a intermediação da juíza Maria de Lourdes Simas Porto Vieira, titular da Vara de Execuções, a direção alvi-negra e a Procuradoria Geral do Município chegaram a um acordo que agradou às partes e, mais que isso, colocou temporariamente fora de questão a possibilidade de o Estádio Orlando Scarpelli ser levado à hasta pública como forma de fazer frente às dívidas. O clube parcelou seus débitos e irá quitá-los mensalmente. Já o Avaí Futebol Clube, que também possui dívidas com o Fisco Municipal e participou das audiências conciliatórias, não acertou com a prefeitura. O clube, cuja dívida é inferior ao co-irmão do Estreito, ofereceu um percentual sobre suas arrecadações para fazer frente aos débitos. A proposta, contudo, foi rechaçada pelo procurador do Município. Com isso, explica a juíza Maria de Lourdes, a ação de execução contra o Avaí seguirá seus trâmites, inclusive com a possibilidade de levar o estádio Aderbal Ramos da Silva à hasta pública. A expectativa da magistrada, porém, é que a direção avaiana e a prefeitura voltem a dialogar e encontrem uma solução satisfatória para as partes.
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